quarta-feira, 16 de maio de 2007

LEMBRANÇAS

Lembro-me de Esaú

Aquele que se vendeu

O direito de primogenitura

Pela bagatela de um prato de lentilha


Lembro-me da mulher de Ló

Aquela que olhou pra traz

E virou estátua de sal

Por amor a Sodoma e Gomorra


Lembro-me de Saul

O primeiro rei de Israel

Preocupava-se tanto com sacrifício

Que esqueceu da obediência


Lembro-me de Ananias e Safira

Aparência de piedade

Mas o Deus que sonda os corações

Encontrou a real intensão deles


Lembro-me de Simão, o mago

Até hoje referência de simonia

Aqueles que compram

Ou pensam comercializar o dom do Espírito


Vejo aqueles que se dizem cristãos

Abrindo mão da filiação

Amando o mundo

Sacrificando e barganhando


Tão longe, tão distante

A Bíblia parece um código penal

Procurando maneiras de burlar,

reivindicar e sentenciar


Perdemos nossos mártires

Nossos heróis se foram

E a nuvem de testemunhas

Hoje parece tão distante e pequena

“Que pelo menos seja como àquela vista por Elias”



Vocês já não são estrangeiros,

nem forasteiros,

mas membros da família de Deus.

Edificados sobre o fundamento dos apóstolos

tendo Jesus Cristo como pedra angular,

no qual todo o edifício é ajustado

para tornar-se um santuário santo no Senhor,

e morada de Deus por seu Espírito.

(Efésios 2:19-22)

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