quinta-feira, 8 de abril de 2010

A parábola da moeda perdida


“Jesus continuou: —Se uma mulher que tem dez moedas de prata perder uma, vai procurá-la, não é? Ela acende uma lamparina, varre a casa e procura com muito cuidado até achá-la. E, quando a encontra, convida as amigas e vizinhas e diz: “Alegrem-se comigo porque achei a minha moeda perdida. Pois eu digo a vocês que assim também os anjos de Deus se alegrarão por causa de um pecador que se arrepende dos seus pecados.” Lucas 15:8-10

A parábola descreve o amor/interesse de Deus pelo pecador, sua criatura, criada para a comunhão eterna com Deus. Plano este frustrado pela rebelião do homem, o que resultou na sua exclusão do reino de Deus, em conflito com o Criador, a criação e consigo mesmo.

O amor de Deus pelo homem é tão grande que ele vai de encontro a ele, o que mostra que o homem na sua miséria/vergonha está incapacitado de recobrar seu juízo, uma vez que o seu pecado o escraviza (João 8:31-36). E se não fosse o interesse de Deus por nós, não haveria mais espaço para esperança em todo o planeta Terra.

A redenção do homem é escrita através do sacrifício de Deus, em sacrificar o Seu Filho Unigênito para quitar a nossa dívida que nos mantinham escravos. O preço foi alto demais. Ver João 3:16.

A parábola do Filho pródigo, que vem em seqüência a esta, ilustra de maneira maravilhosa o perdão de Deus ao pecador arrependido que se rende a obra salvífica e ao senhorio de Cristo Jesus.

O resultado do retorno do homem ao propósito de sua criação, a comunhão com o Criador, provoca não só indivisível alegria no coração do salvo, mas uma imensa festa no céu. Voltamos a ser filhos de Deus, a gozar da esperança de que a morte será vencida e que Deus está conosco (Deus Emanuel).
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