segunda-feira, 12 de abril de 2010

A parábola da porta estreita


“Entrem pela porta estreita porque a porta larga e o caminho fácil levam para o inferno, e há muitas pessoas que andam por esse caminho. A porta estreita e o caminho difícil levam para a vida, e poucas pessoas encontram esse caminho.” Mateus 7:13-14.

Não é fácil entrar no reino de Deus. O grande problema está no fato de que estamos muito ocupados para refletir sobre o nosso estado, em perscrutar nossa alma em busca de respostas honestas para crises morais reais.

Podemos acrescentar ainda que temos uma tremenda ousadia de justificar nossos atos pelo estilo de vida da maioria da população, nossa justificação está associada ao erro que muitos cometem. Somos obstinados para permanecer no engano, o que dizer então de nos dispor para caminhar na contra mão de nossa geração? E negar nossos prazeres?

A porta é tão estreita que não permite entrar nossa mochila carregada de fardos, tão estreita que não nos permite entrar com todos os nossos embaraços com o pecado. Se não bastasse, o caminho que havemos de prosseguir é difícil, não nos permite perder tempo com as paixões deste mundo, pelo contrário, nesta estrada seremos provados pelo fogo para chegarmos ao seu fim purificados, parecidos com nosso Mestre.

O caminho largo ninguém procura por ele, nós pecadores naturalmente já estamos no curso dele. Por isso precisamos acordar do nosso sono. Os dois portões são dois tipos de vida, aqueles que falam e não fazem, e aqueles que fazem a vontade de Deus; aqueles que ouvem as palavras de Jesus e as praticam, e aqueles que apenas ouvem.

Há apenas duas respostas possíveis à pregação de Jesus: obediência ou rejeição. Uma vez que há apenas dois caminhos, um que leva a vida e outro que leva a morte, lembremos da advertência do apóstolo Paulo: “Não se deixem enganar, de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.” (Gálatas 6:7-8)
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